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Artur Akira Sato Pereira

@arturakira

Investidor em constante aprendizado

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Respostas

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  • @arturakira em 15/09/2021

    Um outro detalhe importante que esqueci de mencionar.

     

    Ao contrário de um fundo de investimentos aberto, esse fundo irá distribuir os dividendos semestrais, o que pode ser uma oportunidade para quem busca renda passiva recorrente.

  • @arturakira em 15/09/2021

    Fala, Lucas!

     

    Vou dar a minha resposta levando em conta um investidor iniciante.

     

    Antes de mais nada, fundos investimento e debêntures não têm garantia do FGC (fundo garantidor de crédito), o que já carrega um risco adicional.

     

    Por ser um fundo que será negociado em bolsa, portanto um fundo fechado, ele tem a vantagem de não ter resgate de cotas. Isso significa que, em caso de quedas significativas em sua cotação, nenhum cotista pode solicitar o resgate de seu dinheiro, podendo apenas vender suas cotas no mercado secundário, o que minimiza o risco de liquidez.

     

    Uma vantagem desse tipo de fundo talvez seja o fato de ele investir em um setor que é bem precário no Brasil (se é que existe setor que não seja precário) e que tem tudo para dar certo: infraestrutura. Se você pesquisar sobre os setores de infraestrutura (saneamento, energia, mobilidade, etc.) verá que existe uma avenida imensa de crescimento.

     

    Entretanto é preciso ficar atendo ao que o fundo adquirirá, pois o risco de crédito pode ser bem significativo.

     

    Um outro ponto a destacar é que ele, por enquanto, é restrito a investidores qualificados, ou seja, aqueles que possuem mais de R$ 1 milhão em investimentos financeiros ou determinadas certificações do mercado financeiro.

     

    Finalizando, é mais uma oportunidade de diversificação e reflete o amadurecimento do mercado de capitais no Brasil, que vem nos últimos anos com novos produtos, o que são oportunidades para os investidores.

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 05/09/2021

    Olá!

     

    Alguns BDRs pagam dividendos sim, e o funcionamento é da mesma forma que as ações brasileiras, com data-com, data-ex e cai direto na sua conta da corretora. Você consegue ver essas informações no Status Invest – BDRs.

     

    A única diferença é que a B3 cobra uma taxa de 3% sobre os dividendos pelos serviços prestados.

     

    Um outro detalhe é que existem duas divulgações de dividendos de BDRs: o aviso inicial e o aviso final. Isso se dá por conta da diferença de cotação do dólar e alguns ajustes que precisam ser feitos.

     

    Espero ter ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 05/09/2021

    Fala, André!

     

    Recomendo essa leitura de um dos capítulos do livro “O mercado de ações em 25 episódios”. Acho que te ajudará a pensar no assunto.

     

    A crônica do Arnaldo

    Abraço

  • @arturakira em 03/09/2021

    Fala, Carlos!

     

    O Warren Buffett diz que a Contabilidade é a linguagem dos negócios. Então, estudar essa área do conhecimento faz todo sentido para quem quer aprender a investir melhor.

     

    Acho o Guia de Contabilidade da Suno um ótimo começo, pois é bem direcionado a quem quer ser investidor, não contador.

     

    Sou formado em Contabilidade e não acho necessário fazer uma faculdade de Ciências Contábeis para entender dos investimentos, mesmo porque na graduação o foco não é investir, mas a parte interna da Contabilidade das empresas.

     

    Talvez, futuramente, após absorver bem o conteúdo do Guia, seja interessante estudar por algum livro mais técnico de Valuation do Damodaran e o livro de Administração Financeira do Ross. São livros bem mais densos, mas que te darão a bagagem necessária para avaliar melhor os investimentos.

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 03/09/2021

    Fala, Luís!

     

    Nos FOFs o mais importante é a análise da gestão. Aliás, atualmente, na análise de qualquer FII o mais importante é analisar a gestão.

     

    Eu tenho FOFs de grandes gestoras e estão apanhando no secundário também, assim como praticamente todos os FII e o mercado em geral.

     

    Estamos em um período de maiores incertezas, o que leva a essas quedas generalizadas. Além disso, tem muita gente nova no mercado que entrou achando que ia ganhar fortunas rapidamente e estão saindo com prejuízo para voltar para a renda fixa. Como diz o Prof. Baroni: entraram pelo motivo errado e estão saindo pelo motivo errado.

     

    Uma das coisas que eu aprendi sobre aportes e que funciona para mim é: enquanto você tiver um ativo na carteira, você está comprando ele dia após dia, ainda que não faça novos aportes.

     

    Outro aprendizado importante (talvez o mais importante) é: diversifique. Se você tem medo de “tomar pau” por ter errado na sua análise, estar diversificado, de modo que um ativo represente um percentual pequeno na sua carteira total (digamos 2%), caso você tenha errado, não sentirá tanto o impacto.

     

    Eu tenho um FII na carteira que aparentemente errei na análise, mas ele representa por volta de 1% do total. Mesmo assim, durmo tranquilo, pois o impacto é praticamente nulo.

     

    Espero que te ajude de alguma forma.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 03/09/2021

    Fala, Luís!

     

    Nesse tempo que estudo sobre investimentos, sobretudo FII, a parte mais difícil de se analisar em um fundo com prazo determinado é o ponto de entrada. Se você errar o preço de entrada, o prejuízo será grande.

    Já vi algumas entrevistas do André Bacci falando sobre esse tipo de FII e os erros que as pessoas cometem.

    Vou deixar os links do YouTube para você assistir e aprender com um dos maiores especialista em FII do Brasil:

     

    Não cometa esse erro fatal em FII: André Bacci te ensina

    Como Perder Dinheiro com Fundos Imobiliários | FIIS em Exame com André Bacci

     

    Espero que te ajude a entender melhor esse tipo de FII.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 02/09/2021

    Fala, Jurandir!

     

    Eu respondi uma pergunta semelhante à sua recentemente aqui no Suno Conecta. Veja no link abaixo:

     

    https://conecta.suno.com.br/pergunta/opa-pessoal-tudo-bemeu-queria-entender-como-e-feito-a-cotacao-de-rentabilidade-do-tesouro-ipcaex-investir-com-3-ipca-o-dinheiro-devereria-render/

     

    Espero que te ajude.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 02/09/2021

    Olá!

     

    BRAP4 é uma holding que tem a maior parte de seu resultado vindo da VALE3.

    Por conseguinte, VALE3 é dependente do preço do minério de ferro, o qual teve uma queda significativa nos últimos dias.

    Mas é preciso analisar se não existe algo específico em relação à empresa, o que parece não ser o caso.

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 02/09/2021

    Fala Luís!

     

    Cotas seniores seriam uma mitigação de risco, porém, se o devedor não for bom, não importa se a cota é sênior, mezanino ou subordinada. Ou seja, se o crédito é ruim, a mitigação não tem muito sentido.

     

    E só para exemplificar, caso alguém não saiba o que é cota sênior e subordinada:

    Imagine que eu precise pagar todo mês R$ 100 para o João e R$ 100 para o José. Além disso, a prioridade é pagar o João primeiro (sênior).

    Em determinado mês, eu tenho apenas R$ 150 disponíveis para pagar as dívidas, portanto pagaria R$ 100 para o João (o total da parcela no mês) e R$ 50 para o José (o que sobrou e que posso pagar nesse mês). Os outros R$ 50 que devo ao José ficam para o próximo mês corrigidos pela inflação e com juros sobre os juros.

    O funcionamento das cotas sêniores e subordinadas têm funcionamento semelhante a esse exemplo.

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 02/09/2021

    Fala, Luis!

     

    Ao analisar um CRI, existem diversos parâmetros a serem observados para dizer se ele é mais ou menos arriscado.

    Uma taxa média de 10%-12% é um indicativo no cenário atual. Porém, se fosse na época da SELIC a 14%, talvez não fosse considerado arriscado.

     

    Quando se trata do setor imobiliário, o maior risco está na construção, pois existe o risco da variação do preço dos materiais de construção, custo da mão-de-obra, estouro de obra, etc.

     

    Tendo isso em mente, um loteamento, que ainda não tem nada ou pouco construído, é mais arriscado que um contrato que tem como lastro os aluguéis a receber de uma grande empresa listada em bolsa, que tem os seus dados abertos ao público.

     

    É preciso observar o que está por trás de um CRI.

    Geralmente loteamentos e multipropriedades dependem bastante do desempenho da equipe de vendas, por isso a taxa dos CRIs costumam ser mais elevadas, pois existe o risco de não venderem ou ter muitos distratos.

    Já um CRI com lastro em um contrato BTS (built to suit), que é atípico, ou seja, em caso de rescisão, o inquilino paga todo o aluguel previsto no contrato a valor presente, o risco é menor, pois geralmente são grandes empresas que fazem esses contratos.

     

    Portanto, é possível concluir que não apenas as taxas dos CRIs dão sinal do risco, mas o que está por trás da origem do CRI. Construir algo é mais arriscado do que alugar para um inquilino com um bom histórico de crédito.

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 02/09/2021

    Fala, João!

     

    A taxa nominal é 10% a.a., porém, se você descontar a inflação e os impostos, terá uma taxa real de aproximadamente 0,8% a.a.

     

    Um título de renda fixa atrelado ao IPCA te paga um prêmio por volta de 4% a.a., nesse caso juros reais.

     

    A análise deve ser feita de forma global, não apenas olhando a taxa que aparece em uma tabela.

     

    Tem muitas variáveis que impactam essas taxas, como, por exemplo, juros futuros, que são, basicamente, expectativas do cenário fiscal do país.

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 29/08/2021

    Fala, Arthur!

     

    Atualmente, vários bancos digitais oferecem cartão de crédito sem anuidade, como o Nubank e Banco Inter.

     

    Abraço 

  • @arturakira em 27/08/2021

    Fala, Diego!

     

    No aluguel de ações você, doador, continua recebendo os proventos normalmente (dividendos e juros sobre capital próprio).

    No caso de bonificações, grupamentos e desdobramentos você recebe as ações com as quantidades já ajustadas.

    Só no caso de subscrição que tem algumas peculiaridades. Aqui transcrevo um trecho do livro Top: Mercado de Valores Mobiliários Brasileiro da CVM:

     

    “No caso de uma subscrição, o sistema garante a possibilidade de o doador participar com as ações a que tinha direito. No entanto, os direitos de subscrição não são gerados na conta de custódia dele, e sim do tomador – que precisa optar em devolver os direitos ou recibos de subscrição ou ações correspondentes à subscrição. Se ele não fizer isso, é garantida ao doador a chance de subscrever as ações a que tem direito via BTC, seguindo um procedimento específico.”

     

    Espero que tenha ajudado.

     

    Abraço!

  • @arturakira em 27/08/2021

    Para falar a verdade, isso nem interessa muito para quem tem pensamento de longo prazo. Mas é legal conhecer.

     

    E, sim, ele considera que você reinvestiu todos os proventos na data da divulgação, não do pagamento. Por isso que se chama carteira teórica, pois os proventos, na maioria das vezes, comprariam uma fração da ação ou cota no mundo real, o que não é possível (ainda).