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@joaoarthuralmeida

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@joaoarthuralmeida em 04/05/2018

Aleobata,

A questão em relação à sua pergunta é que é praticamente impossível prever topos e fundos do mercado.

O próprio Warren Buffett,  o maior investidor de todos os tempos, humildemente reconhece sua incapacidade de prever o mercado no curto prazo.

Portanto, a melhor estratégia, mesmo com a redução da corretagem, é comprar boas empresas a valuations atrativos, e mentê-las em carteira enquanto elas tiverem potencial de valorização ou de entregar dividendos satisfatórios.

O Tiago Reis, neste vídeo, explica mais sobre quando você deve vender uma ação

@joaoarthuralmeida em 23/04/2018

Quanto aos índices de referência, cada caso deve ser analisado especificamente.

Por exemplo, para empresas que preveem alto crescimento em seus lucros é normal que eles negociem com um alto P/L.

Da mesma forma, para empresas de alta rentabilidade, é normal que o P/VP seja também bastante elevado.

Por isso, em uma análise de múltiplos é importante comparar os múltiplos de uma empresa com os seus múltiplos históricos, além de comparar também com os seus concorrentes.

Se quiser aprender mais sobre valuación, a Suno fornece este curso gratuito.

@joaoarthuralmeida em 23/04/2018

Yan,

Neste artigo falamos sobre os indicadores mais importantes em uma análise fundamentalista.

Lembre-se, no entanto, que eles apenas indicam determinados aspectos de uma empresa, e devem ser analisados sempre com foco no contexto da companhia.

Além disso, é recomendado que você use mais de um indicador para fazer uma análise.

Abs!

@joaoarthuralmeida em 23/04/2018

Felipe,

Excelente pergunta!

De forma sucinta: Custos fixos não variam de acordo com a quantidade produzida, já os custos variáveis oscilam diretamente com a quantidade produzida por uma empresa.

Por exemplo: Os salários de funcionários são, geralmente, um custo fixo. Já a compra de matéria-prima é um custo variável, pois quanto mais a empresa for produzir, mais matéria-prima terá de comprar.

É importante, inclusive, que o investidor tenha bom conhecimento deste tema. Neste artigo detalhamos mais o assunto.

Abs!

@joaoarthuralmeida em 20/04/2018

Felipe,

É perfeitamente possível viver de renda com investimentos.

Obviamente, não é uma tarefa fácil, nem instantânea, mas com disciplina e dedicação é perfeiramente atingível.

Mantenha o foco sempre em investir para o longo prazo, alocando seus recursos em bons ativos que geram renda, e você chegará no seu objetivo.

Neste artigo, explicamos mais sobre o tema.

Forte abraço!

@joaoarthuralmeida em 16/04/2018

Pessoalmente gosto de diversificar minha carteira, possuindo FII’S de diversos tipos.

Isto é bom, inclusive, para diluir riscos.

Não acho que você deva se limitar a apenas um tipo de FII em sua carteira.

Existem fundos bons de diversas classes, como de logística, shopping, recebíveis e corporativos. Busque sempre a melhor oportunidade de acordo com o seu perfil de investidor, e se atente para a diversificação.

@joaoarthuralmeida em 16/04/2018

Você pode comprar ações de empresas exportadoras.

Estas empresas possuem suas receitas atreladas ao dólar. Esta é uma das formas que indicamos para se investir em dólar neste artigo.

Um exemplo deste tipo de empresa são as produtoras de celulose.

@joaoarthuralmeida em 15/04/2018

Realmente é muito raro ações com dividendos mensais.

E mesmo nos casos em que são pagos mensalmente, como Itaú e Bradesco, é muito pouco em relação ao dividendo total da empresa.

A solução, como o Rodrigo falou, é fazer um bom planejamento financeiro. O Barsi, inclusive, fala sobre isto neste vídeo.

@joaoarthuralmeida em 14/04/2018

Minha opinião é de que atualmente a Selic pode sim cair abaixo de 6,5%, pois a inflação necessita convergir para o centro da meta, e isto se faz através de redução da taxa de juros.

No entanto, se esta taxa será mantida para o longo prazo depende bastante da política fiscal do próximo governo. O Brasil ainda tem um problema sério de déficit fiscal. Caso o próximo governo se mostre comprometido com as conta públicas, e com uma boa gestão fiscal, vejo que será possível manter a Selic em patamares inferiores à media histórica.

@joaoarthuralmeida em 13/04/2018

Depende muito da ação e do fundo imobiliário.

Por exemplo, um fundo multi imóvel e muito inquilino possui maior pulverização de risco, desta forma, permite uma maior concentração. Por outro lado, fundos mono imóvel e mono inquilino possuem maior concentração de risco, e já não vejo como adequado uma grande concentração.

Da mesma forma para ações, ações mais previsíveis com o perfil de dividendos e setores perenes, vejo que é possível uma maior concentração. O setor de transmissão de energia, por exemplo.

De qualquer forma, eu considero 15% como o meu limite máximo para qualquer ativo, salvo condições de grande desconto sobre estes ativos, nestes momento eu posso flexibilizar o meu limite momentaneamente.

@joaoarthuralmeida em 13/04/2018

Não necessariamente.

Uma empresa pode se endividar pagando juros a uma taxa baixa no mercado financeiro, através, por exemplo, de debêntures, e aplicar este recurso em projetos que rendem uma taxa maior do que a de captação.

Neste caso, é até inteligente que a empresa se endivide, pois estará gerando valor ao seu acionista.

É necessário, entretanto, um bom gerenciamento desta dívida, para a empresa não se tornar alavancada demais e correr o risco de ter sua taxa de captação elevada.

@joaoarthuralmeida em 13/04/2018

O título do tesouro direto considerado de maior risco é o prefixado, pois ele é mais volátil em relação às oscilações na taxa de juros, o que é comum no Brasil.

O tesouro Selic é considerado o de menor risco, pois possui toda sua rentabilidade indexada à taxa Selic.

Enquanto que o tesouro IPCA+ é considerado de risco intermediário, pois possui uma parte de sua rentabilidade prefixada, e outra parte indexada ao IPCA.

Recomendo ler esta matéria sobre tesouro direto para você aprender mais sobre o tema.

Abs!

@joaoarthuralmeida em 12/04/2018

Significa que a empresa possui mais caixa do que dívida! Isto costuma ser um sinal de solidez financeira por parte das empresas.

Estas empresas,  geralmente, conseguem gerar muito caixa, de tal forma que o saldo de disponibilidades supera o valor do endividamento bruto da companhia.

Isto dá conforto para a companhia seguir com suas operações.

Um exemplo de empresa assim é a cervejaria Ambev.

A Suno possui uma matéria sobre 7 empresas que possuem mais caixa do que dívida.

 

@joaoarthuralmeida em 11/04/2018

Pessoalmente vejo as ações da Multiplus como uma boa oportunidade para o acionista de longo prazo. É o ativo que mais comprei no ano até então.

Caso as quedas se acentuem ainda mais, devo reforçar a minha posição. E você, qual ativo vem comprando?

Abs!

@joaoarthuralmeida em 11/04/2018

Alessandro,

Este é um fator bastante peculiar sobre empresas de commodities e que o investidor deve se atentar bastante.

Isto ocorre pois na alta do ciclo das commodities estas empresas estão com os lucros extremamente altos. Sendo assim, indicadores como a relação preço/lucro fazem aparentar que a ação está barata.

No entanto,  quando a alta do ciclo se dissipar, e os lucro retornarem a patamares mais em linha com a média, a empresa lucrará bem menos. Isto pode fazer com que o investidor faça um mau negócio. Por isto, atente-se a isto ao anlisar empresas de commodities!

Abs!